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	<title>A Casa do Barão</title>
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		<title>O futuro se chama Sindi. Mas você já ouviu falar nele?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 19:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acasadobarao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O posto de principal produtor de alimentos do mundo pertence ao Brasil. Mas os tempos estão mudando e há sérias previsões sobre o futuro do planeta. Analistas acreditam que o clima deverá subir em até 6 graus. Tal cenário exigirá uma total repostura daqueles que lidam com a agropecuária. No final, os que estiverem preparados vencerão. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=58&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O posto de principal produtor de alimentos do mundo pertence ao Brasil. Mas os tempos estão mudando e há sérias previsões sobre o futuro do planeta. Analistas acreditam que o clima deverá subir em até 6 graus. Tal cenário exigirá uma total repostura daqueles que lidam com a agropecuária. No final, os que estiverem preparados vencerão.</p>
<p>Muitos pecuaristas brasileiros estão de olho nos estudos sobre o clima no mundo. Para eles, o perfil do gado bovino nacional deverá ser geneticamente aperfeiçoado. Será preciso empregar características rústicas ao rebanho nacional, como resistência a períodos secos e quentes.</p>
<p>Há uma raça que vem despertando a atenção. Trata-se do Sindi.<span id="more-58"></span></p>
<p><strong>Sobre a raça</strong></p>
<p>Nas longínquas terras asiáticas, entre a Índia e o Paquistão, a natureza agiu durante milênios como um gigantesco laboratório a céu aberto. No seco deserto de Sindh, sob as mais adversas condições, sobrevivia o boi Sindi.</p>
<p>O clima rústico em que a espécie se adaptou lhe propiciou características especiais. Seu organismo foi adaptado para uma respiração diferente e pernas curtas. Os motivos? No deserto há pouca água. Uma respiração controlada o ajuda a manter a hidratação corpórea. Suas patas curtas evoluíram para se locomover menos. Como no deserto há pouca oferta de alimentos, o animal não pode perder energia à toa.</p>
<p>O Sindi é o gado da economia. Por ser uma espécie xerófita, ou seja, capaz de sobreviver mesmo onde há pouca águam mesmo nos períodos mais secos, quando os demais gados definham, o animal se mantém esbelto. Aliás, uma de suas características é beber água apenas uma vez por dia.</p>
<p>Mesmo com todos esses fatores positivos, há outro detalhe importante em relação à raça: sua produção de leite e carne são, em média, superiores aos tradicionais gados criados no Brasil.</p>
<p><strong>Mercado promissor</strong></p>
<p>O Brasil tem diante de si uma enorme oportunidade comercial: o mercado chinês de alimentos. Sua enorme população de mais de 1,3 bilhões de habitantes consome pouca carne e leite. E o potencial de crescimento é tão grande quanto o número de habitantes, pois faz parte das políticas governamentais aumentar a média de consumo desses itens.</p>
<p>Para efeito de comparação, o consumo de leite no gigante asiático (no ano de 2000)  foi de 21,7 kg/ habitante. No Brasil, o consumo de leite no mesmo ano foi de 69,22 kg/ habitante. Já o consumo de carne no país foi de 49,9 kg/ habitante, enquanto o Brasil consumiu 81 kg/ habitante no mesmo ano.</p>
<p>Não será fácil, para a China, atingir suas metas. As terras que ainda estão disponíveis, no norte e nordeste do país, não são propícias à agricultura. Mas podem servir à pecuária. A região é desértica e enfrenta condições piores que as encontradas no nordeste Brasileiro. Lá, diversas tentativas de introdução de raças exóticas ao milenar gado amarelo chinês foram malsucedidas.</p>
<p>Por isso o Brasil tem diante de si uma oportunidade de ouro. A raça Sindi parece ser promissora na região e só o país pode ter condições de atender à demanda. Mas para se chegar ao resultado desejado, os pecuaristas nacionais deverão multiplicar seus rebanhos, pois o gigante terá pressa.</p>
<p><em>Este texto teve como base a revista ABC Sindi, nº 153 de 2009.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasadobarao.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasadobarao.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasadobarao.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasadobarao.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasadobarao.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasadobarao.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasadobarao.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasadobarao.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasadobarao.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasadobarao.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasadobarao.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasadobarao.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasadobarao.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasadobarao.wordpress.com/58/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=58&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Proinfa e a energia eólica</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 19:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acasadobarao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2002 o Brasil parecia seguir um promissor caminho. Naquele ano, foi criado o Proinfa – Programa de Incentivo às Fontes Alternativas. Sua meta era garantir que a demanda energética brasileira fosse atendida por uma oferta maior de energias renováveis. Dois anos depois, um golpe. Abriu-se mão de um projeto que visava contribuir para uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=55&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2002 o Brasil parecia seguir um promissor caminho. Naquele ano, foi criado o Proinfa – Programa de Incentivo às Fontes Alternativas. Sua meta era garantir que a demanda energética brasileira fosse atendida por uma oferta maior de energias renováveis.</p>
<p>Dois anos depois, um golpe. Abriu-se mão de um projeto que visava contribuir para uma matriz limpa e que abrisse oportunidades de desenvolvimento tecnológico para o Brasil. Em troca, o modelo das termelétricas foi privilegiado. Na época, o governo não necessitou dispender elevadas somas de dinheiro para iniciar o investimento. Porém, foi alertado sobre os elevados custos operacionais das usinas térmicas. Cinco anos já se passaram desde então. <span id="more-55"></span></p>
<p>O modelo adotado fez o Brasil direcionar-se na contramão do movimento mundial. Mesmo com um farto leque de opções, o país adotou aquela que arremessa à atmosfera os mais poluentes combustíveis de origem fóssil (diesel e carvão mineral).</p>
<p><strong>Potencial</strong></p>
<p>De acordo com Osvaldo Soliano Pereira, professor e presidente as Sociedade Brasileira de Planejamento Energético (SBPE), o Brasil possui um incrível potencial de produção de energia eólica. Há condições reais de se gerar muito mais energia elétrica a partir dos ventos do que por meio das hidrelétricas.</p>
<p>O potencial dos ventos brasileiros é tão alto, que mais de 30% da matriz elétrica brasileira poderia ser preenchida apenas pela participação da energia eólica. O professor enfatiza que é preciso detalhar melhor o mapa dos ventos, “da mesma forma que foi feito com os recursos hidráulicos. Assim, será possível detalhar melhor os processos futuros de oferta”.</p>
<p>Planejar melhor o setor energético: esta é a condição fundamental de se atingir uma matriz elétrica nacional sustentável. Nesta matriz, a hidroeletricidade tem e continuará tendo um papel importante. <strong></strong></p>
<p><strong>Plano Decenal de Energia Elétrica</strong></p>
<p>Um dado que mostra como os ventos são aproveitados aquém de sua capacidade é que em 2017 o Brasil deverá ter menos geração de energia eólica do que a Índia tem hoje. Atualmente, a participação de energia eólica na matriz energética nacional é de 0,3%. Em 2017, espera-se que esse percentual suba para 0,9. Mesmo em se tratando de um aumento de 200%, esse número ainda é pequeno.</p>
<p>No que se refere à utilização de termelétricas, estima-se que o salto seja de quase 550%. Atualmente, 0,9% da energia utilizada no país é de origem das usinas térmicas. Em 2017, essa participação deverá ser de 5,7%. Quando se analisa o cenário para o ano de 2030, a participação das termelétricas deverá ser ainda superior.</p>
<p><em>Este texto teve como base o artigo &#8220;Longe de uma matriz elétrica sustentável&#8221;, do professor Osvaldo Soliano Pereira, </em><em>publicado na página A12 do jornal Valor Econômico de 30/07/2009.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasadobarao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasadobarao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasadobarao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasadobarao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasadobarao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasadobarao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasadobarao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasadobarao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasadobarao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasadobarao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasadobarao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasadobarao.wordpress.com/55/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasadobarao.wordpress.com/55/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasadobarao.wordpress.com/55/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=55&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Peak oil: o fim da era do petróleo</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 20:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acasadobarao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No final de 2008, o barril de petróleo chegou a atingir a marca de U$ 150 e a economia mundial entrou em alerta. O que aconteceria se o barril atingisse os U$ 500? A suposição não faz parte de um filme assustador de ficção científica. Ela é real e deve ser encarada como um cenário possível. Aliás, esta suposição [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=36&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de 2008, o barril de petróleo chegou a atingir a marca de U$ 150 e a economia mundial entrou em alerta. O que aconteceria se o barril atingisse os U$ 500?</p>
<p>A suposição não faz parte de um filme assustador de ficção científica. Ela é real e deve ser encarada como um cenário possível. Aliás, esta suposição é embasada pelo que hoje vem se chamando de <em>peak oil</em>.  </p>
<p>O <em>peak oil</em> representa o ápice da produção mundial de petróleo. Após este pico de produção, haveria um progressivo declínio. Segundo o professor sueco Kjell Aleklett, autor da tese, o <em>peak oil</em> teria ocorrido pouco antes do colapso financeiro que abalou as economias mundiais no ano passado.<span id="more-36"></span></p>
<p> “A redução dos investimentos provocada pela crise (internacional) já está semeando uma nova disparada dos preços do petróleo”, argumenta o professor. Analistas acreditam que em breve o preço do barril atinja novamente o marco de U$ 150. Os mais pessimistas acreditam que esse valor pode ser facilmente superado.</p>
<p><strong>O Brasil e a Rússia</strong></p>
<p>A escassez de petróleo alterará o mapa político e econômico mundial. De acordo com o professor sueco, as questões principais a serem resolvidas no século XIX envolverão energia e alimentos. Os países que solucionarem essas questões deterão o poder. Aleklett afirma que apenas duas nações estão preparadas para encarar esse desafio. Trata-se do Brasil e da Rússia. </p>
<p>O Brasil é considerada uma das nações mais preparadas para enfrentar um mundo com escassez de petróleo. Inclusive, o país é a principal referência quando se fala na utilização de energia limpa. Atualmente, 46,4% de sua matriz energética é composta por fontes renováveis, como os derivados da cana de açúcar, hidrelétricas, biomassa e ventos (esse último ainda é pouco utilizado, representando apenas 0,1%).</p>
<p>A questão alimentar, segundo o professor, também merece atenção porque “o principal insumo utilizado na agricultura é justamente o petróleo”. Portanto, segundo o professor, no cenário de caos que o fim da era do petróleo promete, será fundamental repensar os modelos de cidade, transportes e produção de alimentos.</p>
<p><strong>Desafios</strong></p>
<p>A população mundial vem aumentando ano após ano. Mesmo que em ritmo reduzido, a tendência é de que em algumas décadas ela se estabilize. Da mesma forma que a população, o consumo de energia também não pára de crescer. Se o uso dos combustíveis fósseis está com os dias contados (também graças ao seu potencial poluidor), a matriz hidrelética também atingirá seu ápice em algum breve momento. O Brasil deve ficar atento a isso, pois 14,7% da energia consumida no país é de origem hidráulica.</p>
<p>Utilizar mais as fontes alternativas. Essa é uma solução sensata. Raios solares, ventos e energia geotérmica estão disponíveis e mesmo assim são aproveitados aquém de suas capacidades. Suas emissões de CO2 são nulas e seu potencial de composição da matriz energética é alto.</p>
<p> <em>Este texto teve como base as reportagens:</em></p>
<p><em>“O profeta do fim do petróleo”, da jornalista Leonardo Attuch, publicado na revista Isto É Dinheiro, nº615, de 22/07/2009.</em></p>
<p><em>&#8220;O futuro e a energia&#8221;, de Luiz Oswaldo Norris Aranha, publicado na página A-15 do Jornal do Commércio do dia 29/07/2009.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasadobarao.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasadobarao.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasadobarao.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasadobarao.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasadobarao.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasadobarao.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasadobarao.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasadobarao.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasadobarao.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasadobarao.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasadobarao.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasadobarao.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasadobarao.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasadobarao.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=36&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Holanda e Brasil: diferentes formas de encarar a energia</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 21:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acasadobarao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil é a principal referência mundial em utilização de energias limpas. Mas a Holanda vem ganhando atenção graças às ambiciosas iniciativas de sustentabilidade adotadas. A Holanda possui uma meta de ter 30% de sua matriz energética composta por fontes de energia limpa e renováveis até o ano de 2020. Atualmente, 99% de todo o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=27&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é a principal referência mundial em utilização de energias limpas. Mas a Holanda vem ganhando atenção graças às ambiciosas iniciativas de sustentabilidade adotadas.</p>
<p>A Holanda possui uma meta de ter 30% de sua matriz energética composta por fontes de energia limpa e renováveis até o ano de 2020. Atualmente, 99% de todo o lixo doméstico de Amsterdã é transformado em energia verde, calor e materiais para a construção civil. Na capital do belo país europeu, o metrô, a iluminação pública e muito mais funcionam com o que quase todo o restante do mundo joga fora.<span id="more-27"></span></p>
<p><strong>Biomassa: a energia do lixo orgânico</strong></p>
<p>Pensar em linhas de metrô movidos pela energia retirada do lixo é estranho, mas funciona. Cerca de 1,4 milhão toneladas de lixo são processados anualmente na capital holandesa. Esse volume de material garante também a energia necessária para a iluminação pública da cidade. Até mesmo a sobra do material incinerado é reaproveitada na forma de compostos utilizados no asfalto das ruas. Das chaminés das usinas de reciclagem, a única coisa que sai é vapor d’água.</p>
<p>A pequena cidade de Zeewolde, no norte do país também possui uma característica impressionante: ali são geradas três vezes mais energia limpa do que suja. As famosas vacas holandesas, excelentes produtoras de leite, são responsáveis pela marca. As fezes de apenas um animal garante o abastecimento de até sete residências durante um ano. Com isso, muitos fazendeiros da região comercializam também energia.</p>
<p><strong>Ventos</strong></p>
<p>Os ventos e a biomassa são os principais focos de investimento holandês na busca de fontes de energia limpa. Atualmente, cerca de 3% da energia consumida pelo país é de origem eólica. Seus enormes cataventos estão hoje distribuídos por terra e mar. Tanto interesse em energia limpa passa longe das usinas nucleares: apesar de não produzirem elementos agressores ao efeito estufa, estas são extremamente difíceis de serem desligadas e seus resíduos são considerados um problema de difícil solução.</p>
<p><strong>Incentivos fiscais</strong></p>
<p>Na capital Amsterdã há um inegável interesse atingir as metas nacionais da sustentabilidade. Donos de bares, restaurantes, cafés e lojas estão sendo convidados a solicitar a visita de consultores em energias renováveis. Para os pequenos empresários serão disponibilizados empréstimos de até € 10 mil com carência de quatro anos para serem pagos. A intenção é que eles invistam na modernização dos estabelecimentos.</p>
<p><strong>Rodovias futuristas</strong></p>
<p>O que dizer de rodovias sustentáveis? Esse é o projeto de uma estrada que seria envolvida por uma cúpula de vidro. Motivo? Reduzir o barulho, emissões de partículas de CO2 do escapamento dos carros e ainda gerar energia. No asfalto, sistemas de absorção de impacto transformariam o movimento dos automóveis em energia. Sobre as cúpulas de vidro serão instaladas células fotovoltaicas para absorção da luz do sol.</p>
<p><strong>De Bazel e os lençóis freáticos</strong></p>
<p>Ainda em Amsterdã, o edifício De Bazel, famoso símbolo da cidade, foi transformado em um prédio contemporâneo e sustentável. No alto do prédio, há canaletas que descem de uma abóbada de vidros. Por elas, o ar aquecido pelo sol do verão desce para o lençol freático existente no subsolo. Esta mesma água aquecida será bombeada de volta à superfície no inverno holandês. A previsão é que em até sete anos todo o investimento realizado tenha sido pago.</p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>O Brasil é a principal referência mundial em contemplação de energias renováveis. A matriz energética brasileira utiliza 46,4% de energia limpa. Entretanto, esta poderia fazer uso de diversos outros recursos limpos. É o caso da energia eólica, abundante no território nacional e quase esquecida pelos interesses nacionais (representa apenas 0,1%).</p>
<p>Os dados referentes à utilização de energia limpa no país são verdadeiros, porém baseiam-se apenas no tripé da cana-de-açúcar, hidrelétricas e biomassa. Por isso, o entusiasmo deveria ser comedido. O impacto ambiental gerado por hidrelétricas é vastíssimo, assim como seus gastos.</p>
<p>Mesmo com tamanha extensão litorânea, o Brasil subutiliza seu potencial de geração de energia eólica. O total da potência eólica ociosa no Brasil representa uma quantidade muito superior a toda a energia que será gerada nas usinas do Complexo do Madeira. Dados do Atlas do Potencial Eólico Brasileiro mostram que este potencial de geração  é de 143 mil MW. Desse total, mais da metade está situada no Nordeste.</p>
<p>A tecnologia eólica reúne condições favoráveis para o investimento. A geração desta energia não emite gases poluentes; Suas usinas são de rápida instalação (entre 18 e 24 meses) e costumam se situar próximo dos centros consumidores, o que a permite reduzir custos com linhas de transmissão e perdas energéticas.</p>
<p>Porém, a matriz energética brasileira também valoriza enormemente o petróleo e seus derivados. No ano de 2007, estes representavam 36,7% da energia consumida no país. Os produtos derivados da cana de açúcar corresponderam a 16%; Energia hidráulica e eletricidade, 14,7%; Biomassa, 15,6%; Gás natural, 9,3; Carvão mineral e derivados, 6,2%; Urânio e derivados, 1,4%.</p>
<p>As usinas nucleares também têm sido seriamente contempladas pelo governo brasileiro como alternativa de geração energética e desenvolvimento tecnológico. Angra 3 está em fase de construção (há cerca de três décadas) e já há estudos para a criação de um parque nuclear no nordeste. Possivelmente em Pernambuco.</p>
<p><em>Este texto teve como base as reportagens:</em></p>
<p><em>“Busca da sustentabilidade renova a Holanda”, da jornalista Daniela Chiaretti, publicado no dia 16/07/2009, na página A14 do jornal Valor Econômico.</em></p>
<p><em>“Aumenta participação de fontes renováveis na matriz energética do país”, do jornalista Nielmar de Oliveira, publicada no dia 08/05/2008 2008 pela Agência Brasil.</em></p>
<p><em>“Energia eólica: a opção limpa para complementar a matriz energética brasileira”, publicada no dia 08/11/2007 pela revista Fator Brasil. </em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasadobarao.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasadobarao.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasadobarao.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasadobarao.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasadobarao.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasadobarao.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasadobarao.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasadobarao.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasadobarao.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasadobarao.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasadobarao.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasadobarao.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasadobarao.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasadobarao.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=27&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>A economia do lixo&#8230; Reduzir e lucrar são os desafios</title>
		<link>http://acasadobarao.wordpress.com/2009/07/27/a-economia-do-lixo-e-para-evitar-o-lixo/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 22:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acasadobarao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[acúmulo de lixo nos centros urbanos]]></category>
		<category><![CDATA[aterros sanitários]]></category>
		<category><![CDATA[garimpeiros do asfalto]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem do lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[O recente caso de importação de lixo descoberto nos portos de Santos (SP) e de Rio Grande (RS) reacendeu discussões sobre o devido fim que o material deve receber. Dezenas de containeres aguardam o reembarque para seus países de origem. Certamente outras centenas, ou mesmo milhares, cujos rastros a polícia não identificou, não seguirão o mesmo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=21&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O recente caso de importação de lixo descoberto nos portos de Santos (SP) e de Rio Grande (RS) reacendeu discussões sobre o devido fim que o material deve receber. Dezenas de containeres aguardam o reembarque para seus países de origem. Certamente outras centenas, ou mesmo milhares, cujos rastros a polícia não identificou, não seguirão o mesmo destino.</p>
<p>Na Europa, em 1995, cada cidadão produzia cerca de 460 Kg de lixo por ano. Estudos mostram que em 2020 essa quantidade alcançará a marca de 680 Kg. No Brasil, cada cidadão produz uma média de pouco mais de 200 kg de lixo por ano. <span id="more-21"></span></p>
<p>As vastas extensões territoriais do brasileiras permitem a criação de aterros sanitários. Porém, em países como o Japão, por exemplo, a situação é bem mais complicada, graças às suas limitações territoriais. A população sempre reage com fervor contra instalações desse tipo próximo de áreas urbanas residenciais.</p>
<p>Como lidar com um problema que cresce a cada dia? A quantidade de lixo que uma sociedade produz reflete o quanto ela consome. Ou seja, o crescimento do lixo gerado por uma nação é um estranho medidor de crescimento econômico, social e populacional.</p>
<p><strong>Estímulo à reciclagem</strong></p>
<p>O Brasil sofre com o acúmulo de lixo nos grandes centros urbanos. Garrafas PET, isopor, sacolas plásticas&#8230; são tantos detritos jogados em praças públicas, rios e praias. São matérias primas com potencial para serem reutilizadas.</p>
<p>O caso das latinhas de alumínio é exemplar. O surgimento dos “garimpeiros do asfalto” se deu quando estas tornaram-se economicamente viáveis para a indústria. Também conhecido como catadores, tanto podem fazer das latas de alumínio sua fonte de renda única, como também complementar.</p>
<p>Recentemente, o foco das discussões voltou-se para as sacolas plásticas de supermercados. No Estado do Rio de Janeiro, uma Lei determinou que os estabelecimentos comerciais só poderão distribuí-las até o final do mês de agosto de 2009. Os clientes decidirão se comprarão bolsas, utilizarão carrinho de feira, ou se levarão as compras para casa nas mãos.</p>
<p>A indústria de bebidas, por sua vez, tem estimulado a volta das garrafas de vidro. Em parte porque a opinião pública cada vez mais aumenta o coro contra as garrafas PET. Outro motivo é que o vidro é mais facilmente reciclável do que suas concorrentes.</p>
<p><strong>O que mais pode ser feito?</strong></p>
<p>É óbvio que há outros exemplos além dos descritos acima. Mas um fato deve ser destacado. Os casos de sucesso de reciclagem são aqueles em que o governo oferece subsídios que os tornem atraentes para a economia.</p>
<p>O estímulo fiscal é, e sempre será, uma ferramenta de peso. Sobretaxar produtos considerados poluidores é uma arma amplamente utilizada nos países ricos. No Brasil, tais políticas poderiam ajudar a reduzir sensivelmente a quantidade de lixo nas grandes cidades, além de criar novos postos de trabalho para a população mais carente.</p>
<p>Em resumo, há possibilidades enormes. Mas acima de tudo, é preciso força de vontade. Senão, o Brasil continuará a ser destino de descarte do lixo Europeu.</p>
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	</item>
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		<title>G8 acena com possibilidades à pequena agricultura</title>
		<link>http://acasadobarao.wordpress.com/2009/07/23/g8-acena-com-novas-possibilidades-a-pequena-agricultura/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 18:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acasadobarao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura de subsistência]]></category>
		<category><![CDATA[fome no mundo]]></category>
		<category><![CDATA[metas do milênio]]></category>
		<category><![CDATA[pequena agricultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu ontem, 22/07/2009, no Valor Econômico: os representantes das oito economias mais ricas do mundo (G8) destinarão cerca de U$ 20 bilhões para a pequena agricultura – a denominada agricultura de subsistência. A decisão foi tomada em uma recente reunião de cúpula do grupo em L’Aquila, na Itália. Esse está sendo encarado como o maior [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=14&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu ontem, 22/07/2009, no Valor Econômico: os representantes das oito economias mais ricas do mundo (G8) destinarão cerca de U$ 20 bilhões para a pequena agricultura – a denominada agricultura de subsistência. A decisão foi tomada em uma recente reunião de cúpula do grupo em L’Aquila, na Itália. Esse está sendo encarado como o maior passo dado até hoje em direção às Metas de Desenvolvimento do Milênio.</p>
<p>A questão da pequena agricultura é de fundamental importância para diversas nações. E, obviamente, para milhões, ou quem sabe bilhões de serem humanos que vivem em condições de fome ou de extrema pobreza em todo o mundo.<span id="more-14"></span></p>
<p>Tamanha euforia provocada pela decisão tem fundamento. As famílias camponesas da África, América Latina e Ásia estão entre as mais pobres e famintas do mundo. Mas como pode a posse de terras não gerar renda e alimento suficiente para essas famílias?</p>
<p><strong>O paradoxo tem explicação</strong></p>
<p>Em geral, essas famílias possuem propriedades de cerca de um hectare, onde trabalham. Porém, não dispõem de recursos para adquirirem sementes de boa produtividade, fertilizantes, equipamentos para irrigação etc. Em resumo, suas lavouras são de baixa produtividade. Essas mesmas famílias sofrem com as intempéries do clima. Nos meses de estiagem quase tudo se perde. Com isso, suas produções são minguadas e insuficientes para a subsistência.</p>
<p>A solução não parece ser tão complicada, como concluiu uma banca de cientistas de importância mundial. Analisando a fundo a questão, eles sugeriram disponibilizar sementes e fertilizantes a preços baixos, ou mesmo gratuitamente, por meio de subsídios dos respectivos países.</p>
<p><strong>Bola de neve (ou o crescimento das economias)</strong></p>
<p>O consenso geral é: a melhor produtividade agrícola fará crescer, num curto prazo, a renda das famílias mais carentes. Com isso, estas famílias terão a possibilidade de acumular renda em serviços de poupança bancária, melhorar o solo, aumentar rebanhos e, obviamente, melhorar a saúde e educação de seus filhos. Iniciativas como essas podem desencadear serviços de microcrédito, fazendo aquecer economias antes quase inexistentes.</p>
<p><strong>Alerta: fique de olho no ralo</strong></p>
<p>Como se sabe, nem tudo são flores. Se não houver a devida atenção aos processos burocráticos, corre-se o sério risco de se observar grande parte dos U$ 20 bilhões serem destinados apenas às reuniões sobre o tema. Ou escoarem pelo ralo.</p>
<p>Vale muito a pena acompanhar o assunto, pois diferentemente de outras épocas, as principais economias mundiais estão apontando para uma favorável direção.</p>
<p><em>Este texto teve como base o artigo “Grande oportunidade para a pequena economia”, do economista americano Jeffrey D. Sachs, publicado no dia 22/07/2009, na página A13 do jornal Valor Econômico.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasadobarao.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasadobarao.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasadobarao.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasadobarao.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasadobarao.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasadobarao.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasadobarao.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasadobarao.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasadobarao.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasadobarao.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasadobarao.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasadobarao.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasadobarao.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasadobarao.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasadobarao.wordpress.com&amp;blog=8666990&amp;post=14&amp;subd=acasadobarao&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Reforma agrária privada: há muito o que pensar sobre isso</title>
		<link>http://acasadobarao.wordpress.com/2009/07/22/reforma-agraria-privada-ha-muito-o-que-pensar-sobre-isso/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 13:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acasadobarao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[combate à corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa privada]]></category>
		<category><![CDATA[pequena agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[reforma agrária]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho no campo]]></category>

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		<description><![CDATA[No processo da reforma agrária há complicadores que não têm recebido a devida atenção pelas autoridades competentes. Não adianta dar lotes de terras em áreas do semi-árido, onde há escassez de água, para o agricultor não poder plantar ou criar nada depois. Da mesma forma, é preciso mais vigilância para que as propriedades doadas aos sem terra não se tornem mercadorias para serem revendidas posteriormente. A terra deve ser entregue aos que realmente querem trabalhar. Uma possibilidade de solucionar essa questão é mudar o modelo e incluir a iniciativa privada. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se faz uma verdadeira reforma agrária? Quais são os exemplos de sucesso entre as reformas agrárias realizadas no Brasil?</p>
<p>Não são muitos. Os casos de sucesso são muito menores dos que o total de terras desapropriadas e posteriormente distribuídas àqueles que clamam por ela.</p>
<p>Muitos hesitam em admitir que no processo da reforma agrária há complicadores que não têm recebido a devida atenção pelas autoridades competentes. Os problemas vão desde a concessão de terras inadequadas, passa por casos de corrupção e vai até aos pobres homens do campo que sequer têm verbas suficientes para se manter.<span id="more-6"></span></p>
<p><strong>Lá onde a água quase não chega&#8230; </strong></p>
<p>O que se espera de reformas agrárias realizadas em áreas do sertão do Brasil? Locais que costumam ficar meses a fio sem chuva? Propriedades que até têm terra fértil, mas que sem infraestrutura adequada terminarão por levar os pequenos agricultores à falência?</p>
<p>No Brasil se observam muitas reivindicações de propriedades como a descrita acima. Locais em que o pequeno produtor terá chuva durante três ou quatro meses. E fartura na lavoura, ou criação de rebanhos. Porém, se ele não dispuser de caros mecanismos de bombeamento de água (às vezes profunda, outras vezes de rios distantes) suas lavouras secarão, seus animais definharão ou até mesmo morrerão durante a estiagem.</p>
<p><strong>É preciso ter aptidão </strong></p>
<p>Há também o problema de cidadãos inaptos para o trabalho no campo. O desemprego nos centros urbanos tem gerado uma espécie de retorno ao interior. Porém, muitos dos que ingressam em ocupações de terras são pessoas que sequer tem afinidade com o trabalho rural. Essas pessoas, ao conseguirem seus pedaços de terra, não têm a intimidade com as mesmas. Não sabem o segredo de fecundar o solo com sementes e dali retirarem seus frutos. Não têm a intimidade do camponês para cada tipo de lavoura só de olhar o brilho do sol, a intensidade do vento, ou o frescor do ar que respiram. Não sabem lidar com rebanhos de bois, bodes, galinhas etc.</p>
<p>Ao se darem conta de que a vida no campo não é menos difícil do que na cidade (e mais, a vida no campo foi feita para o camponês de sangue), a alternativa que lhes resta é a que mais envergonha os movimentos em luta pela terra: vendem aquilo que ganharam por preço de banana. Em seguida, partem para novos assentamentos em busca de novas fatias de terra para serem novamente vendidas. É triste quando essa prática se torna corriqueira. Os meios de comunicação já denunciaram essas diversas vezes e por isso o movimento tem perdido o prestígio. É a corrupção de uns que mancha o caráter de outros.</p>
<p><strong>A terra para aqueles que realmente querem trabalhar </strong></p>
<p>Apesar dos casos descritos acima, há trabalhadores honestos. Que não querem mais do que sua terra para plantar, criar, colher, comer e viver. No sentido mais belo e poético que a vida rural pode oferecer. Porém, mesmo para esses a vida não é fácil. Muitos não têm incentivos posteriores quando recebem suas propriedades. Há locais em que as escolas são precárias (noutros sequer há escolas).</p>
<p>Para o modelo vingar, deve-se fornecer educação, saúde. Para o modelo vingar, as propriedades devem gerar lucro. Uma peça chave é a solução: a iniciativa privada.</p>
<p>Uma nova forma de reforma agrária é possível. E o setor privado ainda terá muito a oferecer nesta equação!</p>
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			<media:title type="html">A casa do Barão</media:title>
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